Não toco os padrões -
enxergo-os.
Posso me render ao mundo,
entrar no frenesi humano,Os batimentos instáveis, intensos e entorpecidos.
Todas as maravilhas,
entre o nojo profundo e desesperado.
E se me render ao mundo,
à paredes tão concretas,
na pressão infinita,
entre sonhos volúveis,
cheios de dúvidas do mais íntimo,
no tráfego de mentes - sem paradas ou freios, até a morte.
Ainda seria eu?