Ninguém tem ninguém, nunca vai ter, e isso não me toca. Resta uma revirada de olhos.
Qual seria a outra resposta lógica?
O mundo é um grande-nada-fracamente-preenchido-pela-esquizofrenia-coletiva.
Nesse meio tempo, os olhos azuis da sócio-cultura censuram o meu - e o nosso - comportamento auto-destrutivo.
Será que alguém realmente se importa com o que quer que seja?
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