18.7.11

Pra começar

Uma vez minha professora favorita disse:

"Escrever não é fácil... Mas o homem é palavra. Nós somos palavra. E, neste sentido, precisamos enfrentar o desafio (e o dilema) de lidar com ela. Sem o pleno domínio das palavras, corremos o risco de sermos seres amputados, pois é com elas e através delas que aquilo que somos, pensamos e cremos se traduz para nós mesmo e para os outros. 
[...] Portanto, se difícil é a tarefa, não é menos prazerosa, pois o mar das palavras pode nos levar a viagens inesquecíveis. [...] E, no final, a viagem valerá a pena, pois 'tudo vale a pena...' e, temos certeza, nossas almas não são pequenas."

Concordo com tudo o que tá aí em cima; por isso que citei. Que professora? Pra quem ainda não sabia, acho que ela merece os devidos créditos. Foi a Ana Claúdia. Mas enfim.

Adoro escrever, por isso tô aqui. Sem compromisso, sem promessas, nem nada. Já escrevi muitos textinhos (ou poemas, chame como quiser), histórias, e até o 'livro não terminado' que aparentemente todo mundo tenta um dia. Vou publicar o que der vontade, e boa. Talvez comente sobre algum acontecimento específico, ou qualquer outra coisa. Talvez eu até poste o primeiro capítulo do meu livro-sem-fim aqui. De qualquer jeito, bem-vindos. 

3 comentários:

  1. Ótima maneira de começar o texto e o blog, na minha opinião. Espero que esse blog te traga satisfação e não polêmicas de festas juninas.

    ~~~~~casi, de Rondônia

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  2. Fico feliz que você resolveu voltar com o blog sô, adoro seus textos e pretendo vê-los mais (: Também espero a mesma coisa que o casi, hahaa'Enfim, boa sorte!

    Giovanna M.

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  3. "Tudo aquilo que a gente escreve e nunca termina, acaba esquecendo?"

    Sonhos são coisa esquisita, alienígena. São facilmente perdidos, poeira no vento que logo sai de vista. É por isso que comprei um caderninho e deixei do lado da cama, batizando-o de "diário de sonhos". Um sonho esquecido dificilmente é lembrado, então essas férias tirei uns minutinhos toda manhã, imediatamente após acordar, para registrar todos os detalhes que lembrava de meus sonhos.

    Todo texto é um sonho. É a metáfora mais antiga que lembro de se formar em minha cabeça e é a que eu mais gosto.

    Acho que sempre tive essa obsessão com sonhos, mas sou mesmo aquela pessoa estranha que preferiria uma noite com um longo sonho lúcido ao invés de uma balada de pegar todas. Se bem que eu não sou desse tipo mesmo.

    >>>>>---casi

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