1.12.20

 não sei se tô aqui pra viver algum tipo de karma que me faz estender a mão tantas vezes. mas eu estendo. com o tempo deixei de ter medo de não encontrar nada e tateio no escuro sempre que posso a procura do toque. do toque que já esteve ali. dos dedos mindinhos que fizeram promessas. a vida inteira parece muito pra muita gente, mas é só começo pra mim. o começo do tempo que passaríamos juntos. de todas as formas. 

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